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Meu nome é Daiane Claro, sou celibatária, cofundadora da Comunidade Católica Alicerce. Filha mais nova de Benedito Claro e Maria Aparecida Claro. Minha história com Deus iniciou nos dias 18 e 19 de março de 2006, quando fiz o Retiro Alicerce, na época, Movimento Alicerce. Minha vida se transformou através da experiência com o amor de Deus nesse encontro. A partir daí, o que mais desejava era descobrir a vontade de Deus para a minha vida.

No dia 21 de janeiro de 2007, dia da fundação da Comunidade, Deus falou muito forte no meu coração: “Não é por um acaso que você está aqui, tenho algo muito grande para a sua vida”. Tornei-me membro da Comunidade e continuei minha caminhada, até que no dia 17 de maio de 2009, Deus me chama a algo a mais, me chama a deixar casa, família, sonhos e ser toda d’Ele. Fui a primeira a dizer o sim e ser consagrada, assim iniciou a comunidade vida. No ano de 2013, fiz meus votos perpétuos de consagrada, selando meu compromisso com Deus para toda a vida. Em fevereiro de 2015, fiz meus votos de celibatária assim me sentindo completa, não deixando de amar, mas amando a Deus acima de tudo!

Em outubro de 2014, após 07 anos de comunidade, em uma conversa entre o fundador e eu, Deus me revela: você é a cofundadora da Comunidade Católica Alicerce. Quanta alegria e quanta responsabilidade!

Ser cofundadora da comunidade Alicerce é mais do que fazer, é ser, ser comunidade, ser consagrada. É amar a missão, o carisma mais do que tudo na vida! É uma escolha de Deus, onde a graça é derramada a cada dia para que eu corresponda a esse chamado. Tenho uma necessidade profunda de descobrir o carisma que está no coração do Fundador, e por isso é mais do que um sentimento que tenho por ele, é algo que nos une no carisma, uma intimidade que vem de Deus.
Ser cofundadora é ter o carisma impregnado em mim, esse carisma de resgatar os valores! Ser cofundadora é uma descoberta a cada dia da vontade de Deus, é ser Alicerce, é buscar um coração manso e humilde como o de Jesus!

“Não sou a cofundadora perfeita, nunca serei. Mas desejo ser uma cofundadora que ame apesar de tudo, que reconheça meus erros, que seja humilde, que luta para que a comunidade aconteça.”

“Assim como Juscélia era para o padre Léo; Luzia é na vida do Monsenhor Jonas Abib, na vida do Maurício é você”. (José Maurício Ferreira dos Santos)