“Eu te digo que não sete vezes, mas setenta vezes sete” (Mt, 18,22)

Certamente você já ouviu essa expressão referida ao perdão, e de como devem ser nossas relações interpessoais.

Como neste trecho do Evangelho podemos perceber que Jesus provoca Pedro a ir além daquilo que se pode imaginar, e você (assim como eu), poderíamos questionar: “Mas porque tantas vezes? Não sou bobo!”

Jesus tem um jeito #amoroso e efetivo de provocar o surgimento do que há de melhor em nós, que muitas vezes insistimos em agir pelo impulso das faltas e lacunas que temos na nossa #história, e agimos, na maioria das vezes por emoção.

Nos esquecemos que em algum momento, fomos acolhidos e perdoados por alguém, não nos atentamos ao fato de que, se um dia eu pude fazer a experiência de ser perdoado, pude também saber o quanto foi importante e bom ter vivido aquele momento.

Mas, se ainda #existir uma lacuna ou uma falta, na minha e na sua vida, podemos decidir por perdoar, e apesar de parecer absurdo oferecer algo que não possuímos, podemos nos aproximar daquilo que #Deus faz por mim e por você!

Naquilo que humanamente é absurdo, percebemos a manifestação do Reino de Deus no mundo em que vivemos, pois permite ao outro ser resgatado na sua dignidade; Naquilo que é justiça de Deus, percebemos as nossas decisões e ações se aproximarem do agir de Deus.

Sendo assim, o perdão se torna a chave do sucesso, pois além de possibilitar o resgate do valor de quem é perdoado, nos dá a liberdade de viver bem nossa vida, apesar de nossas faltas e lacunas, pois sem reivindicar ou lamentar o sofrimento provocado por elas, faremos a experiência do Reino de Deus e de Sua justiça, que certamente nos proporciona a tão desejada #felicidade que buscamos, e viveremos com autenticidade e integridade cada instante de nossa vida!
 
Missionária – Amanda Barbosa da Costa

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