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Como tem vivido a sua vida? Como tem se relacionado com os mais próximos? Como tem sido seu olhar, as suas palavras, a sua atitude? Porque pergunto tudo isso? Porque esse é um exercício diário que eu e você precisamos fazer, olhar para dentro do nosso coração e ver o que predomina nele, o que preciso mudar, o que preciso melhorar. Porque quem tem que mudar sou eu! Diga isso: Quem tem que mudar sou eu! Então, a partir daí, o modo de ver as coisas mudam. Quanto tempo perdemos olhando para o outro, encontrando só limitações, pecados que nos incomodam, que nos dá o “direito” de dizer se o outro está certo ou errado, falar o que fez e o que deveria fazer, querendo ser juiz, achando que temos poder de julgar. Enquanto nos preocuparmos com isso, não teremos tempo para amar, amar aqueles que Deus coloca em nossa vida. Esse é um grande ensinamento que Madre Teresa de Calcutá nos deixou, não somente falou, mas ensinou com sua própria vida. Madre Teresa não julgava, ela amava. Ela dizia que esse pecado, o de julgar, ela nunca cometeria.

O amor nos traz alegria, paz, liberdade, o julgamento nos traz orgulho, soberba, egoísmo. O amor une, o julgamento divide, o amor dá uma nova chance, o julgamento desacredita, o amor constrói, o julgamento destrói, o amor corrige, o julgamento deixa o outro se prejudicar com o erro.

O amor é muito mais que um sentimento, amor é doação, é renúncia, é querer o melhor para o outro. É assim que Jesus fez com a samaritana, com a mulher adúltera, com Zaqueu, Mateus e aí vai. Ele não julgava, não olhava o passado deles, não condenava as atitudes, mas amava, corrigia, com firmeza e misericórdia, falava a verdade e fazia com que o outro olhasse pra frente.

Nós não somos isso que fazemos, somos muito mais, somos filhos de Deus, criados para amor, criados para amar!

Daiane Claro

Cofundadora da Comunidade Católica Alicerce

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